Eu te amo , amo muito. A ponto de fingir que eu gosto de sua música , de deixar você comer o último pedaço do bolo de queijo , de segurar um rádio em frente à sua janela. Infelizmente as coisas que me fazem te odiar , me fazem te amar. Então , fique comigo. Me escolha. Me ame.
Claro que eu tinha momentos de felicidade. Mas ninguém é feliz o tempo todo. Ser feliz não é uma característica estática, como ser louro ou moreno. Eu posso estar feliz agora e no segundo seguinte não estar mais.
Não dá para escolher se você vai ou não se ferir neste mundo, meu velho, mas é possível escolher quem vai feri-lo.
Meu maior medo é que nada disso valha a pena. Eu tô apostando todas as minhas fichas e principalmente torcendo para que tudo dê certo. Mas agora, eu quero que você me mostre que a gente está no mesmo time e que eu posso contar com você. Nem que seja para gente ganhar no finalzinho do segundo tempo. Ou perder no comecinho do primeiro. Tanto faz, independente de qualquer alternativa a minha metáfora vai ser sempre a mesma: Ao teu lado, eu nunca perco nada.
Não gosto de café morno, de conversa mole, nem de noite sem estrela. Sou bem mais feliz que triste, mas às vezes fico distante. E me perco em mim como se não houvesse começo nem fim nessa coisa de pensar e achar explicação pra vida. Explicação mesmo, eu sei: não há.
Porque quando vem de dentro a gente faz o possível para ver o outro feliz. Quando é de verdade a gente dá satisfação e a satisfação nem parece satisfação, pois não soa como tal. Soa leveza. Cheira a leveza. Tem sabor de leveza. Quando é real é leve..
Eu e o tempo nunca tivemos um relacionamento muito bom. Mas, no fundo, foi ele que sempre curou as minhas dores.
Uma hora passa, dizem. Uma hora o tempo cura, insistem. E eu espero, sinceramente, que passe. Porque se não passar eu não sei o que vou fazer.